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POMBAL VIVA - A TRABALHAR PARA UM CONCELHO MELHOR
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A Trabalhar para um Concelho MelhorA Pombal Viva
A Empresa Municipal Pombal Viva – Gestão e Exploração de Equipamentos Municipais e Prestação de Serviços foi constituída pela Câmara Municipal de Pombal, e Assembleia Municipal, a 25 de Outubro de 2002.

A Pombal Viva, E.M. declarou o início da sua actividade a 18 de Novembro de 2002 e daí a necessidade de apresentarmos, por este meio, os aspectos mais relevantes relacionados com a actividade desenvolvida em 2002 sem, no entanto, deixar de focar as nossas perspectivas para o futuro.

Algumas datas de referência:

  • Os Estatutos da Pombal Viva, E.M. foram publicados no Diário da República de 21 de Janeiro de 2003, série III, suplemento n.º 17.
  • O Conselho de Administração da Pombal Viva, E.M. foi nomeado em reunião ordinária da Câmara Municipal de Pombal realizada em 21 de Outubro de 2002 sendo constituído da seguinte forma:
    • Presidente – Eng.º Narciso Ferreira Mota
    • Administrador – Dr. Michael da Mota António
    • Administrador Executivo – Dr. João Vila Verde
  • Foram celebrados protocolos de transferência de activos e de competências da Câmara Municipal para a Pombal Viva, E.M. a 3 de Janeiro de 2003.

De acordo com os seus estatutos, a Pombal Viva, E.M. tem como objecto principal a construção, gestão, exploração, concessão e manutenção de espaços e equipamentos vocacionados para o turismo, cultura, desporto, lazer e prossecução de actividades económicas, e bem assim, a gestão do espaço público designadamente, o trânsito, o estacionamento e a publicidade.

Perante um campo de actuação tão abrangente sentiu-se necessidade de identificarmos de imediato 5 actividades gerais onde vamos actuar, sendo de referir que algumas delas têm um âmbito muito alargado. São essas actividades o Estacionamento de Duração Limitada, a Publicidade, o Centro de Exposições, a Quinta de Sant’Ana e ainda o Café Concerto.

A gestão de todos os equipamentos municipais deverá ser norteada por princípios de gestão empresarial de forma a obter uma rentabilização física e financeira dos espaços, sem no entanto perder de vista o serviço público, razão primária da sua constituição.